31 de Maio – Dia Mundial Sem Tabaco, é uma data comemorativa que no Brasil, desde 1989, essa data vem sendo comemorada com adesão crescente de estados e municípios, articulados pelo Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde.
Hoje, a epidemia tabagística é vista como uma das mais graves da era contemporânea, existindo no mundo cerca de 1,2 bilhões de fumantes, que consomem em torno de seis trilhões de cigarros/ano, acarretando, conseqüentemente, diversos prejuízos, entre eles a morte de quatro milhões de pessoas a cada ano em todo o mundo, o que significa dez mil mortes/dia. A quantidade mencionada de seis trilhões de cigarros consumidos anualmente, resulta em uma média de dois mil cigarros por ano, por habitante, considerando a população maior de 15 anos. A partir de 1950, até o final do século XX, o número de mortes por doenças relacionadas ao tabaco chegou a 60 milhões no mundo todo, sendo que, se os padrões atuais de consumo de tabaco não se reverterem, na década de 2020, morrerão anualmente cerca de dez milhões de pessoas, sendo três milhões nos países desenvolvidos e sete milhões nos países em desenvolvimento. Prevê-se que o uso do tabaco, ao redor dos anos 2020, ocasione mais mortes em todo o mundo do que a soma das causadas por AIDS, tuberculose, mortalidade materna, acidentes com veículos motorizados, suicídios e homicídios. No Brasil, estima-se atualmente entre 80 a 100 mil, os óbitos anuais devido ao consumo de cigarro. O tabagismo torna-se cada vez mais reconhecido como grave problema de saúde pública, devido à enorme complexidade dos danos causados à economia, ao meio ambiente, à saúde e à sociedade de forma geral. Desde o seu cultivo, passando pelo processo de beneficiamento, fabricação, distribuição, venda e consumo propriamente dito, o tabaco e seus derivados ocasionam grandes malefícios à saúde e ao meio ambiente. O tabagismo configura-se como uma epidemia e aparece como um dos principais fatores determinantes das duas maiores causas de morte por doença no mundo e no Brasil: as doenças cardiovasculares e o câncer, sendo responsável por aproximadamente 90% das mortes por câncer de pulmão; 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema e bronquite); 30% das mortes por cânceres em geral; 25% das mortes por doença cerebrovascular. Dados da Organização Mundial da Saúde(OMS) de 1997, assim como levantamento feito por DOLL(1996), mostra que 50 das causas de mortalidade e morbidade são mais comuns nos fumantes, sendo 40 com freqüência e 10 menos freqüentes, e, para 25 daquelas, o tabagismo é fator de alto risco. De maneira geral, o que podemos observar, é que, apesar de séculos de conhecimento a respeito da planta do tabaco; de já ter se passado praticamente meio século da publicação dos primeiros trabalhos científicos importantes correlacionando o uso do fumo com doenças graves; de décadas de programas de ação; 11 conferências mundiais e inúmeras reuniões, encontros, treinamentos e cursos nacionais, estaduais, regionais e locais, o número de fumantes está aumentando; cada vez mais se eleva também a exposição nociva dos que não fumam. Em face de todos esses problemas, o tabagismo deve ser controlado através de medidas adequadas e eficazes, com a participação de organizações governamentais e não- governamentais de diferentes instâncias, em todo o mundo, devendo-se ampliar os serviços para prevenção do tabagismo, e atuar-se na comunicação social através da mídia, criando-se novos centros para o tratamento e a reabilitação dos fumantes, avançando na investigação sobre o tabagismo nas diferentes esferas em que esse problema permeia, criando e fazendo cumprir legislação e normas antitabagistas, assim como avançando nas medidas econômicas para reduzir a oferta dos produtos derivados do tabaco.












Quem dera!!!












Lembrei de você!!!
















































(LÉA WAIDER) 







Amor
Zélia Duncan: recriação de músicas cantadas por Aracy de Almeida e Elizeth Cardoso
"Eu me Transformo em Outras"











































































































ou

rs...rs... Agora, essa aí é a Menor



















Nascido no dia 21 de março de 1960. Morto, tragicamente, no dia 1º de maio de 1994, durante o GP de San Marino, em Ímola. A imagem vitoriosa deste brasileiro, considerado um dos maiores esportistas da história, é reconhecida nos quatro cantos do mundo, seja por seu talento excepcional e por sua determinação impressionante, ou por desempenho quase mágico. É um mito do automobilismo mundial e considerado um dos melhores de todos os tempos. Tal grandiosidade prematuramente reconhecida, quando Ayrton, aos 4 anos de idade pegou no volante pela primeira vez, marcou o início de uma história maravilhosa de sucesso, que eventualmente incluiria 41 vitórias na Fórmula 1, 65 pole positions e 3 campeonatos mundiais. Ao vestir o macacão, transpirava um equilíbrio sereno e se integrava ao carro para sentir cada reação na pista, fazendo manobras inacreditáveis, dignas de um perfeccionista. A violência e a exatidão das pistas nunca assuntaram Ayrton Senna. Ele se transformava em potência superando todos os desafios sempre em busca da vitória. 

































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